18 outubro 2015

TAG: Complete a frase

Oi, gente! Tudo bem? Hoje eu vim aqui fazer um post mais interativo, pra fugir um pouco da "rotina". Pretendo começar a postar mais. Não digo que serão atualizações diárias, mas as atualizações serão mais constantes (embora eu esteja em plena semana de provas, maasss...).
Vim responder essa tag que achei bem interessante. Espero que gostem!

Sou muito… desligada! O mundo pode estar caíndo que eu nem vou perceber.
Não suporto… preconceito, mentiras e gente arrogante.
Eu nunca… consigo me organizar. Sempre falo que vou mudar, mas a desorganização fala mais alto.
Eu já briguei… com quem me faz mal.
Nesse exato momento… estou respondendo à TAG e ouvindo música.
Morro de medo… de espírito.
Eu sempre gostei de… música.
Se eu pudesse… daria mais presentes pra quem eu amo, doaria mais e viajaria o mundo.
Se eu pudesse voltar no tempo… reviveria os melhores momentos da minha vida. Não gostaria de voltar no tempo no sentindo de mudar algo, mas sim ter novamente um momento bom.
Adoro… ler, viajar, ouvir música, tocar instrumentos... Muitas coisas!
Quero viajar para… o mundo todo, especialmente: Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Austrália.
Eu preciso… de música o tempo todo.
Não gosto…
de gente sufocante. Sou um pouco "fechada", e é como eu sempre falo pras minhas amigas: é como se tivesse um cubo em minha volta, que é uma barreira que não deve ser ultrapassada; quando o fazem, fico muito brava!

Espero que tenham gostado :-).
xx, G.

11 outubro 2015

Resenha: "Fortaleza Digital", de Dan Brown

 Acabei de ler o segundo livro de outubro, um pouco mais grosso dessa vez. O escolhido foi "Fortaleza Digital", de Dan Brown. Foi o primeiro livro do autor, lançado nos Estados Unidos em 1998 e publicado no Brasil em 2005. Fazia um tempo que tinha vontade de lê-lo, visto que minha mãe é uma adoradora de todas as obras de Brown. Porém, acabei sempre "deixando para depois", fazendo com que eu só fosse ler, efetivamente, agora. E posso garantir: cada segundo valeu a pena!

A história fala a respeito de uma empresa do governo americano mais poderosa que a CIA ou FBI: NSA, Agência de Segurança Nacional. Nela, os funcionários são responsáveis por decifrar diversos códigos que são passados através de e-mails e outras redes sociais. Entre eles, estão mensagens secretas a respeito de atentados terroristas.
Lá, há o computador mais mais caro do mundo, chamado TRANSLTR (não faço ideia de como se pronuncia isso), o qual apenas os trabalhadores da agência sabem da existência. Ele é capaz de decifrar códigos, que antes demoravam dias, meses ou  até mesmo anos, em minutos.
Em um sábado, dia de descanso para os funcionários, Susan Fletcher, uma delas, recebe uma ligação de seu chefe, o vice-diretor Trevor Strathmore, para que ela compareça urgentemente no local. Ela já estava chateada com o vato de seu namorado, David Becker, ter cancelado uma viagem na última hora.
Chegando lá, ela fica sabendo a respeito de um código indecifrável, que está tentando ser decifrado pelo TRANSLTR há 16 horas. Em seguida, ela descobre que David foi enviado por Strathmore à Espanha, para ajudar a resolver o caso.
A história gira em torno disso, mas posso garantir que não é chata, maçante nem nada do tipo; muito pelo contrário, na verdade. Foi uma surpresa muito grande pra mim, e só tenho elogios.
Estou pretendendo ler os outros de Dan Brown, especialmente "Inferno" (que minha mãe fala muito bem) e "Anjos e Demônios".

xx, G.

05 outubro 2015

Resenha: "A mala de Hana - uma história real", de Karen Levine

Em um museu de artigos relacionados à Segunda Guerra Mundial no Japão, há uma mala. Nela, consta o nome "Hana Brady" (escrito com dois "n" na mesma, conforme a grafia alemã). Intrigada por não haver nenhuma informação relacionada à dona do objeto, Fumiko, uma das responsável pelo museu, busca diversas fontes afim de encontrar fatos para que possam ajudar melhor as crianças que visitavam o local a entenderem melhor como era a vida dos judeus durante a Guerra.
Após algumas pesquisas, a japonesa consegue diversas informações extremamente interessantes, contadas durante o livro, que nos fazem entender melhor a vida antes, durante e depois do Holocausto.
Através de uma linguagem bastante simples, leva o leitor reflexões que todos devem fazer sempre que possível: nós somos realmente gratos a tudo o que temos (paz, liberdade, amor...)? O que leva alguém a acreditar que é melhor do que o outro pelo simples fato de ser católico e não judeu?
Por fim, deixo um trecho de poema presente nessa maravilhosa obra:

 
Espero que gostem e reflitam :-).
xx, G.

03 outubro 2015

Playlist do final de semana :-)

Sing - My Chemical Romance

What do you mean - Justin Bieber

Like I'm gonna lose you - Meghan Trainor ft. John Legend
Want to want me - Jason Derulo

Fluorescent Adolescent - Arctic Monkeys

06 julho 2015

Motivo do sumiço + Recomeço!

Oiii! Alguém se lembra de mim ainda? Não? Ok :(.
Pra quem não sabe, eu sou a Giulia, dona do blog. Eu seeei que fiquei um bom tempo sem atualizar o blog, mas hoje eu vim aqui explicar algumas coisas que achei importante antes de voltar a postar efetivamente.

Criei o blog em 2010. Naquela época, os blogs e vlogs não eram tão comuns quanto hoje em dia, e eu nem sabia que era possível ganhar dinheiro, produtos... Apenas fazendo isso. Portanto, em nenhum momento criei o blog com fins lucrativos, mas sim com o intuito de treinar minha escrita, dar dicas sobre assuntos que eu gosto e me divertir, é claro. Porém, não tive uma ideia muito boa para colocar no nome, e acabei optando por uma bem ruim. Com o passar do tempo, ganhei algumas visualizações e achei melhor não mexer no título do site, visto que já tinha algumas leitoras que o frequentavam regularmente e poderia perder acesso. Prolonguei isso por bastante tempo, até que, em 2014, quando eu já não postava mais com tanta frequência e as visualizações estavam baixas, decidi mudar de vez o nome do blog. Que cagada! O arrependimento foi quase que instantâneo, mas eu achei que ninguém usaria o antigo endereço e acabei prolangando demais a data para mudá-lo novamente, o que permitiu que outro usuário colocasse-o. Depois disso, perdi totalmente a vontade de postar, mas ainda fiz alguns posts em fevereiro (que não deram acesso nenhum).

Mas agora passou, gente, juro hahaha. Vou voltar a atualizar o blog com frequência, não diariamente, por que muitas vezes não tenho ideias ou não tenho tempo, mas vou postar o máximo que conseguir sem perder a qualidade do conteúdo. Espero que entendam e gostem :).

xx, Giu.

23 fevereiro 2015

15 anos: que presente escolher? | O que eu escolhi

Desde pequena, sempre me imaginei fazendo uma festa de 15 anos. Minha avó costumava comprar algumas revistas que falavam sobre o assunto, e eu colocava clips nas páginas que continham os vestidos, lembrancinhas, convites e decorações que eu mais gostava. Talvez eu tenha mantido essa opinião por tanto tempo pelo fato de que minhas primas sempre falavam que eu poderia viajar em outros momentos de minha vida, e que você só pode ter uma festa de 15 anos na vida. Eu concordava, até por que elas estavam certas falando isso - você realmente poderá viajar outras vezes, e só poderá ter uma única festa de debutante mesmo. Porém, eu esquecia de colocar um fato muito importante na balança: eu não gosto de festas.
Não pensem que eu sou uma antissocial por isso; Gosto de comemor em determinadas ocasiões, especialmente quando tenho minhas amigas para me fazerem companhia. O problema é que eu nunca gostei de fazer uma grande festa apenas para mim. Não sei bem ao certo o motivo, mas, quando eu tinha lá pelos meus onze, doze anos, comecei a achar que comemorar o seu próprio nascimento era um pouco egocêntrico. Nada contra quem gosta, eu apenas não curtia muito a ideia. Hoje em dia, acho que é ok você celebrar; A vida é curta, e você só faz aniversário uma vez por ano. Tem mais é que comemorar mesmo! Mas festas continuam não sendo minha praia, então...

Em outubro de 2014 (fiz 15 no dia 14 de fevereiro deste ano), decidi que queria ir para a Inglaterra. Pra quem me acompanha aqui há algum tempo, sabe que meu sonho sempre foi morar em Londres, e conhecer a cidade seria magnífico! No entanto, já estava muito em cima da hora para comprar passagens, reservar hotéis e ingressos para passeios legais. Foi quando eu resolvi adiar um pouco essa viagem, afinal, qual é a graça de ir pra lá e não dar uma passada no Big Ben, London Eye, Madame Tussauds... Pois é, não muita.
Pensei um pouco a respeito do que eu poderia optar. Poderia esperar para viajar para algum outro lugar com a minha família, ou, até mesmo, ir para o Reino Unido um pouco mais pra frente como presente, mas eu gosto de comemorar e receber os presentes no dia. Não conseguiria aguentar meses. Foi aí que eu refleti: eu toco violão. Não tenho meu próprio violão. Eitaaaaaaaaa!
Eu sempre imprestava o instrumento da minha mãe - e ele foi maravilhoso pra mim desde 2010, acreditem! Mas é tão bom você saber que algo que você gosta tanto é seu, não é mesmo? É quase como quando você namora alguém que gosta muito. No meu caso, a música foi o mais próximo que eu já tive de um namorado, mas eu posso superar isso.
Gosto muito de ouvir e tocar rock. Não vou ser hipócrita, não sou rockeira, eu sou directioner (hahaha). Mas gostar de um estilo não me proibe de gostar de outro, certo? Pois é, e eu gosto de todos - de Natiruts a Rolling Stones. Mas acho muito agradável o som da gutarra nas músicas de rock, então decidi que este seria o instrumento ideal para mim.
No final das contas, acebei optando por uma guitarra dourada de glitter (*o*), e posso afirmar que não me arrependo nem por um segundo, e estou amando-a tanto, mas tanto, que fico feliz de não ter escolhido outra coisa.
Então, resumindo: quando pensamos no que vamos querer ganhar de presente de 15 anos, sempre acabamos no clássico festa-viagem, e acabamos esquecendo que essas não são as únicas opções. Antes de tudo, escolha algo que te agradará e te deixará feliz.
 Espero ter ajudao. Se alguém já fez 15 anos, comente aqui o que escolheu. Se ainda vai fazer, o que pretende ganhar? Quero saber :).
xx, Giulia.

09 fevereiro 2015

Motivos para amar Harry Styles


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Dia primeiro de fevereiro foi o aniversário do Harry. Apesar de já ter passado, ainda estamos no mesmo mês, então acho que nada mais justo do que fazer uma pequena homenagem a ele, não?

1. Ele é super bem humorado
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Harry está sempre de bom humor, alegrando a vida de todos à sua volta. Sorri constantemente, e é extremamente raro vê-lo bravo ou pra baixo.

2. É maduro e responsável
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Brincadeiras à parte, convenhamos: não é tão fácil quanto parece ser tão conhecido e ter tantas responsabilidades aos 21 anos. Antes de Harry entrar no X-Factor e a 1d ser formada pelo Simon Cowell, ele trabalhava em uma confeitaria.

3. É um fofo / carinhoso
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Mesmo tendo sido eleito como o "vilão do ano" algumas vezes - algo que, devo constar, foi totalmente injusto, já que Harry é tudo, menos "vilão" -, ele é uma das pessoas mais fofas do mundo. Tanto com sua família, amigos e fãs, sempre é gentil e carinhoso.

4. Trata suas fãs SUPER bem
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Na formatura de sua irmã, Gemma (em 2013, se não estou enganada), algumas fãs foram ao local onde ele estaria, e aguardaram na parte de fora. Mesmo sem seguranças e escondido, ele deu um jeito de ir vê-las e tirar fotos com todas. Outra vez, quando estava no meio de uma pequena multidão de admiradores, um fotógrafo empurrou uma fã, e ele ajudou-a a levantar, dando uma pequena bronca no paparazzi: "é rude fazer isso". Entre muitos outros casos, ele sempre é extremamente incrível com todos que gostam da 1d. PS: uma vez eu fiquei indignada, por que o Harry nunca aparece fazendo nada "errado" ou "rude", por isso, procurei por "Harry being rude with fans" e coisas do tipo, mas adivinhem só? Não tem NADA!

5. Leva tudo numa boa
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Ele sabe brincar e levar as coisas de uma forma pacífica, nunca se alterando. Ver uma expressão brava em seu rosto é algo completamente difícil.
6. É bonito / lindo / maravilhoso / incrível / ...
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Não sei definir se é a forma como seus cachos - embora seu cabelo esteja mais comprido agora - combinam com o formato de seu rosto, se são as covinhas, a pinta ao lado da boca, os olhos verdes mais brilhantes do que o meu futuro ou seu enorme sorriso que, por algum motivo, me lembra o Mick Jagger, mas o Harry, para mim, é um dos cinco caras mais lindos do mundo! Há quem o ache horrível (alguém me explica como, por favor?), mas para mim, tudo nele é perfeito.

7. Don't forget where you belong
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Harry é um cara super humilde, sempre quer ajudar os outros e deixa claro que, apesar da fama, é um cara normal. Prova disso é que, quando foi gravar algo com o cantor, Megan Trainor declarou: "Eu estava bem nervosa. Eu preparei um refrão em meu ukulele, e depois de cinco minutos no estúdio já estava tranquila, pois ele é tão normal e engraçado, só um cara normal de 20 anos, não o Harry Styles que as garotas amam... Estava nervosa porque achei que ele ia ser como Justin Bieber, tipo 'sou famoso, eu me amo', mas ele foi tão normal... Imediatamente parei de ficar ansiosa". (Nada contra o Justin Bieber, apenas coloquei aqui as palavras dela).

8. É um ótimo dançarino (sqn)
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Uma imagem fala mais do que mil pavras, não é mesmo? PS: Liam de regata, Zayn com camiseta do batman, Niall sem calça e Harry sem camisa. Só faltou o Louis!

É claro que existem mais milhões de motivos pelos quais eu considero Harry Edward Styles um dos caras mais incríveis do mundo, mas como eu não quero passar a minha vida toda escrevendo (por que tem muita coisa meeeesmo!), vou parar por aqui. E aí, você ama o Hazza / Harrold um pouco mais depois dessa lista? Haha.
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OMG, ele me deu tchau.

12 janeiro 2015

Resenha: "A menina mais fria de Coldtown", de Holly Black

Com uma capa muito atraente e criativa, um título sombrio e misterioso e o nome de ninguém menos que Holly Black escrito abaixo dele, "A menina mais fria de Coldtown" não podia ser menos do que maravilhoso. Diferentemente do que eu pensava, o livro fala sobre vampiros. Sou um pouco suspeita para falar, pois eu amo ficção e fantasia - a mistura perfeita utilizada neste caso -, mas são cerca de 380 páginas escritas com uma linguagem fácil de compreender, sem perder o seu glamour, o que torna a história ainda mais cativante, e faz com que a pessoa queira lê-la do começo ao fim assim que coloca os olhos nas primeiras palavras.
A história se passa em uma realidade onde existem vapiros, mas eles só podem viver legalmente nas chamadas Coldtowns, que são cidades isoladas, funcionando como quarentenas. Quando um vampiro morde um humano, o mortal fica com o chamado Resfriado, que dura quase três meses. A pessoa fica faminta por sangue, e se transforma caso tome sangue humano antes que a infecção acabe.
Ao acordar em uma banheira, Tana, a personagem principal, lembra-se que estava em uma festa, e se surpreende ao ver os corpos de diversos amigos e colegas de sua escola jogados sobre o chão da sala. Ela logo se dá conta que houve um ataque vampiresco no local, e fica sem reação por alguns instantes, até que resolve buscar seus pertences em um quarto da casa. Lá, ela encontra seu ex-namorado, Aidan, que está Resfriado e pendurado em uma corda, e um vampiro - que logo é identificado como Gavriel - preso a correntes conectadas à cama.
Embora saiba dos riscos que corre, Tana decide ajudá-los a fugir dali em seu carro antes que os vampiros que os prenderam ali e mataram às outras pessoas presentes na festa voltem. A partir daí, começam uma jornada rumo à Coldtown de Spriengfield. Para que não haja spoiler, não entrarei em mais detalhes.

10 janeiro 2015

"Demônios eu entendo, mas as pessoas são simplesmente loucas"

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Como de costume, estava assistindo à minha série predileta, Supernatural, quando cheguei ao episódio 1x15 (décimo quinto da primeira temporada): A Família Bender (The Benders, originalmente). Ele me chama muita atenção pelo fato de se passar com algo diferente do que estamos acostumados a ver Dean e Sam lidarem. Porém, antes de entrar em detalhes sobre este capítulo específico, vou contar um pouco sobre a série.

Sinopse: Supernatural conta a história de dois irmãos, Dean e Sam Winchester. Assim como seu pai, John Winchester, eles são caçadores de criaturas sobrenaturais, e vivem em busca de novos casos para trabalhar. Entre espíritos malignos, Wendigos e muitos outros, passam por diversas situações perigosas, mas salvam muitas vidas. 
Minha opinião: Não assisto a muitas séries, mas essa com certeza é a melhor que existe! Além de ter muito mistério e aventura, a maioria dos episódios é baseada em crenças folclóricas, lendas, entre outros, como por exemplo a Bloody Mary e a Mulher de Branco. Também mostra como a união - no caso a dos irmãos Dean e Sam - faz a força, tal como o ditado. 
1x15: A família Bender
O episódio começa com Sam e Dean em um bar de uma cidade com alto índice de pessoas desaparecidas, a qual eles pretendem investigar. Como teriam que acordar cedo no dia seguinte, Sam pede para que a "saideira" que Dean havia planejado seja adiada, e após bufar um pouco e revirar os olhos várias vezes, o irmão mais velho concorda, pedindo apenas alguns minutos para ir ao banheiro. Quando vai em direção ao carro, Sam não está lá. Procura por todo o estacionamento, mas nada. Após algum tempo de busca, chega à conclusão de que ele não está mesmo ali, e parte à procura do irmão.
Junto à uma policial que ele conseguiu enganar com documentações falsas (pelo menos por um pequeno tempo), descobre que o caso é muito diferente do que ele está acostumado a ver - não há criaturas, espíritos, demônios, nem nada do tipo: se trata de humanos. E depois de descobrir a localização exata de Sam e da policial, fala uma frase extremamente interessante, ao ponto de eu querer colocá-la no título:

"Demônios eu entendo, mas as pessoas são simplesmente loucas"

A partir deste momento, eu tive a certeza do que este episódio se tratava, e não pude parar de imaginar milhares de pensamentos a respeito. É claro que não é normal ser caçador de fantasmas e afins, pelo menos não na vida real. Porém, esta é a realidade deles, que estão acostumados a ver criaturas terríveis a todo o tempo, como demônios, criaturas malígnas que têm a intenção de machucar, causar dor, sofrimento... Aos humanos. Mas a partir de o momento em que um humano comum decide agredir e maltratar o próximo por diversão ao ver a dor alheia, é terrível. Nós deveríamos querer ajudar uns aos outros, ter solidariedade... E não nos matarmos.

Em um resumo de todas as palavras, no meu ponto de vista, o que esse episódio quis dizer é: Sam e Dean já viram muitas coisas horríveis. Porém, não há monstro pior do que o ser humano, e quando o homem quer ser ruim, ele consegue ser pior do que qualquer criatura sobrenatural.